Fim de romance, por Antônio Parreiras

Antônio Parreiras (Niterói, RJ, 1860-1937)
Fim de romance, 1912
óleo sobre tela, 97x185 cm
Transferência da Secretaria do Interior, 1915

Esta obra foi feita por Antônio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, 1860–1937) foi um pintor, desenhista e ilustrador brasileiro.Uma das escolas que Antônio estudou foi a Academia Imperial de Belas Artes e a Accademia di Belle Arti di Venezia, na Itália.

Não achei nenhuma definição deste quadro mas ele chamou bastande a minha atenção.

Sobre o museu


No 4º bimestre, fomos ao Museu da Pinacoteca para nosso trabalho de artes. Foi uma pena o nosso amigo João Filpi não ter vindo ao museu.

O Museu da Pinacoteca está localizado na Praça da Luz, 2.

Esse museu é o museu mais antigo da cidade, e um dos mais importantes também. Foi inaugurada em 1905 e em 1911 foi transformada em um museu estadual. Foi
projetado pelo escritório do engenheiro Ramos de Azevedo, que nasceu em 1851 e morreu em 1928.




O Museu é aberto de Terça a Domingo, e no Sábado, a entrada é franca. Lá existem as
exposições, espaços que são abertos para outros artistas, uma lojinha e uma cafeteria.






















Aqui está o site do museu e o telefone de lá:

55 11 3324-1000
http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/








Oswaldo Goeldi

Oswaldo Goeldi, filho do cientista naturalista Suiço, Almílio Augusto Goeldi, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1895, e permaneceu por um ano, até mudar-se para Belém ,Pará; e com seis anos, em 1901, mudou-se com a família para Berna, Suiça.


Em 1915, com vinte anos, cursa engenharia na Escola Politécnica, em Zurique, mas em 1917, matricula-se na "Ecole des Arts et Métiers" (Escola de Artes e Ofícios), em Genebra, a segunda cidade mais populosa da Suíça, após Zurique, mas também abandona o curso.

A seguir, passa a ter aulas na oficina dos artistas Serge Pahnke e Henri van Muyden.

No mesmo ano, realiza a primeira exposição individual, em Berna, quando conhece a obra de Alfred Kubin, sua grande influência artística.

Dois anos após, retorna para o Rio de Janeiro e começa a trablhar como ilustrador nas revistas Para Todos e Leitura Para Todos e Ilustração Brasileira, e no mesmo ano, realiza sua primeira individual no Brasil, no saguão do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, mas a crítica local não compriendia seus traços fortemente expressionistas, que o fez se isolar do meio artístico carioca.

Em 1924, faz ilustrações para o jornal "O malho" e começa a se interessar pela gravura em madeira, e em 1930, lança o álbum "10 Gravuras em Madeira de Oswaldo Goeldi", e em 1937
faz desenhos e gravuras para jornais e livros, como Cobra Norato, publicado em 1937, com suas primeiras xilogravuras coloridas.
Em 1941, faz a série de desenhos " As luzes se apagam, agitam-se os monstros",e trabalha na ilustração de Obras Completas de Dostoievski, publicadas pela Editora José Olympio.
Em 1952, vira professor, na Escolinha de Arte do Brasil, e, em 1955, torna-se professor da Escola Nacional de Belas Artes, em Enba, no Rio de Janeiro, que fixa-se e abre uma oficina de xilogravura. Em 1995, o Centro Cultural Banco do Brasil realiza exposição comemorativa do centenário do seu nascimento.
Obras:


CHUVA- 1957

TARDE - 1950

Fontes:

Livro Mestres do Modernismo


alguns cordéis

literatura de cordel é um tipo de um poema popular, originalmente oral, porem passou a ser impresso em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel,geralmente são expostos a venda em barbantes ou cordéis (dai que vem o nome), e a tradição de pendurar em cordéis vem de Portugal. Eles são compostos por geralmente quadras rimadas porem tam bem podem não ser rimadas, alguns poemas também são ilustrados por xilogarvuras. elas podem ser lidos normalmente ou em forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola .Ele também faz sucesso pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste género ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro;

João Filpi nº12,7ªD

http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_Cordel

http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_vHfhEO08cCE/R_4nrjJkI5I/AAAAAAAAGAs/WSyl8BFxdqM/s400/CORDEL%2B2.jpg&imgrefurl=http://embaixada-portugal-brasil.blogspot.com/2008/04/literatura-de-cordel-uma-tradio.html&h=252&w=357&sz=31&tbnid=V5DNBr3Mu6qd8M:&tbnh=85&tbnw=121&prev=/images%3Fq%3Dcordel&zoom=1&q=cordel&usg=__Giw5J9gDqz9vHWA9nBW1Xyv15kI=&sa=X&ei=5L2BTKbtLsHflgeYhZnoDg&ved=0CDMQ9QEwBA

Ilustração do Texto de Cordel


João Filpi Mauro Bassi nº 12 - 7ªD

José Costa Leite


José Costa Leite foi um xilógrafo nascido em 27 de julho de 1927, no município do Sapé, interior da Paraíba. Como era pernambucano de coração, em 1938 o cordelista se mudou para o município de Condado, na Mata Norte do Estado, onde mora até hoje.


Era dono de um estilo bastante autoral e de uma técnica apurada, reconhecida por artistas e pesquisadores da cultura popular, como o escritor Ariano Suassuna, José da Costa Leite começou a escrever sua poesia aos 20 anos, em 1947. Antes vendia cordéis de outros autores, em feiras dos estados vizinhos. Além de poeta, é poeta para ilustrar suas obras, costuma fazer uso da chamada quicé ou caxirenguengue (espécie de uma faca sem cabo) e da madeira do cajá, de textura mole e abundante nas terras nordestinas.


Hoje, com mais de 80 anos, possui milhares de folhetos publicados, alguns guardados em sua casa, em Condado. A maioria já foi exposta em diversos estados brasileiros e em localidades estrangeiras, como França, Rio Grande do Norte e Paraíba. "A poesia já se nasce com ela", resume o artista.


As suas principais obras são: A filha que matou o pai por causa de uma pitomba, A moça que pisou Santo Antônio no pilão pra casar com o boiadeiro, A vida de João Malazarte, O Conselho da Mocidade, entre outras.

Claudio Cho nº08 7D

O MODERNISMO

abaporu


O modernismo é um movimento artístico e cultural que começou que começou na Europa a partir de 1888 com a disponibilização da maquina fotográfica. Ele só começou no Brasil no século XX na década de 20 com disponibilização da câmera fotográfica no Brasil
O modernismo é um movimento artístico que inovou porque seus criadores pensavam que com a invenção da maquina fotográfica não precisariam mais fazer a arte acadêmica( que representava perfeitamente a pessoa ) poderiam se libertar e fazer coisas mais abstratas pois a máquina fotográfica não fariam mais a função de fazer pinturas acadêmicas para representar a s pessoas ou paisagens
O inicio do modernismo do Brasil foi em 1922, com a semana da arte moderna onde reuniu vários pintores na mairia modernistas porem também haviam pré- modernistas. Não sendo dominante desde o início, o modernismo, com o tempo, suplantou os anteriores. Foi marcado, sobretudo, pela liberdade de estilo e aproximação com a linguagem falada, sendo os da primeira fase mais radicais em relação a esse marco
Tambem foram iportantes para a popularização do movimento modernismo a revista Klaxon, o manisfesto do pau-brasil, Verde-Amarelismo ou Escola da Anta, Manifesto Regionalista de 1926 e Revista de Antropofagia
João Filpi Mauro Bassi, nº12,7ªD